Como funciona

Sete passos entre uma ideia e um documento emitido

O fluxo é o mesmo para arquitetos, engenheiros, orçamentistas, clientes e profissionais de obra. O que muda é o que cada perfil pode ver e fazer.

  1. 01

    Criar ou importar o projeto

    O projeto nasce vazio ou a partir de arquivos recebidos. A origem de cada entrada fica registrada: quem enviou, quando, em que formato e em que versão.

  2. 02

    Constituir o modelo

    Paredes, aberturas, ambientes, pisos e cobertura no recorte suportado. Toda escrita técnica passa pela API de comandos do Core, em milímetros, com identificador e proveniência por entidade.

  3. 03

    Gerar representações

    Planta, cortes, elevação, 3D técnico, quadro de esquadrias e prancha são vistas associativas do mesmo modelo. Uma vista desatualizada é sinalizada como vencida.

  4. 04

    Identificar problemas

    As regras verificáveis geram ocorrências localizadas, com cobertura declarada. O que a regra não cobre é dito explicitamente, em vez de silenciado.

  5. 05

    Simular a alteração

    Antes do commit, a proposta é comparada com a versão-base no servidor. Você vê o efeito em desenho, quantidade, custo e cronograma sem gravar nada.

  6. 06

    Registrar aprovação humana

    O Human Approval Gate exige decisão de pessoa habilitada. A IA consulta, explica e propõe; não escreve no modelo, não aprova e não emite.

  7. 07

    Emitir a revisão

    A emissão fica vinculada ao pacote aprovado. Vistas vencidas, cotas quebradas, dados obrigatórios ausentes e falhas bloqueantes impedem emitir.

Regras que não se negociam

O que o sistema recusa fazer

  • Confirmar “salvo” antes da resposta do servidor.
  • Emitir pacote com pendência bloqueante em aberto.
  • Atribuir validação automática a um número de conselho digitado.
  • Exibir custo sem quantidade, regra, data-base e revisão de origem.
  • Publicar preço, depoimento, certificação ou percentual sem dado aprovado.
  • Tratar animação, mockup ou dado sintético como comprovação técnica.